Por que a luta pelo peso ideal está se tornando cada vez mais difícil?

Se muitos povos em todo o mundo ainda vivem na absoluta miséria e fome, por outro lado vivemos um excesso de alimentos e produtos (que chamam de alimentos) gerando milhões – e chegando na casa do bilhão – de pessoas com excesso de peso, sobrepeso e casos de obesidade mórbida.

Este assunto tornou-se uma preocupação social mundial, pela lista de distúrbios e doenças relacionados à obesidade, o alto índice de pessoas vivendo com limitações físicas e mentais graves e o número de mortes relacionadas a este problema.

O mais paradoxal é termos nações onde há alimentos com abundância e mesmo assim os números de obesos só aumentam. Por que a luta pelo peso ideal está se tornando cada vez mais difícil?

Vamos falar um pouco sobre algumas possibilidades.

Falta de informação não é justificativa para não perder peso

Se há algo que não podemos usar como desculpa para não perder peso é a falta de informação. Vivemos uma era onde todas as pessoas podem conhecer as melhores formas de se alimentar, quais os produtos são saudáveis e como obtê-los.

São milhões as páginas de internet que ensinam formas realmente saudáveis de vida, que combinam alimentação, exercícios e hábitos saudáveis.

O mais importante: transformar tanta informação boa em atitudes de reeducação alimentar e mudança de estilo de vida.

O prazer de comer supera a necessidade de alimentos

Comer sempre foi e será um dos maiores prazeres do ser humano – e com toda a justiça. Porém, vivemos em uma sociedade cada vez mais dependente de comer, experimentar tudo ao mesmo tempo, sem um limite.

Fomos um dia a Humanidade de comer saudável e eventualmente consumir de alimentos industrializados, condimentados artificialmente e com altíssimo teor de gorduras, sódio, sal e açúcar refinados; hoje somos a Humanidade que se alimenta mais desses do que o organismo pode suportar e transformar em energia.

Desmotivação com os modelos impostos e irreais

Muitas sociedades vivem a pressão de estereótipos de beleza, exigindo sacrifícios de restrição alimentar que geram doenças e não agregam uma real qualidade de vida. É uma obsessão por um padrão que não é atingido na grande maioria dos casos, gerando frustrações, depressão e a auto sabotagem como efeito reverso do fracasso.

Alimentação mais calórica e não funcional

Na vida cada vez mais agitada das cidades grandes e médias, as pessoas têm compromissos demais e tempo de menos. Como os compromissos têm de ser cumpridos – por uma pressão de dar resultados e satisfazer o outro – quem paga a conta é a saúde.

Alimentar-se correndo, sem horário fixo, com alimentos de baixo (ou nenhum) valor nutritivo e altas taxas de químicas e fast food viram rotina, com um consumo calórico muito maior do que o necessário – e a cada dia mais difícil de ser eliminado com exercícios – e quando eles existem – ou dietas.

Sedentarismo crescente

Esta é uma consequência natural da vida moderna: pessoas extremamente cansadas da rotina de compromissos e sem energia para a atividade física, mesmo que seja uma simples caminhada diária – que já ajuda bastante na manutenção e redução de peso.

A alimentação pobre de nutrientes não dá ao corpo a energia necessária para o exercício, e o ganho de peso é inevitável. Matemática simples, a conta não fecha.

Expectativas frustradas com dietas

A cada momento surgem novas dietas prometendo milagres de perda de peso, tanto na quantidade quanto no prazo. A cada tentativa frustrada de emagrecer por esses métodos radicais, as pessoas desmotivam e retornam à má alimentação que as satisfaz por fim.

O essencial, neste momento, é buscar o reequilíbrio alimentar, consumindo alimentos saudáveis, eliminando o que só faz mal, ter uma rotina de exercícios, boas noites de sono e usar suplementos realmente naturais para acelerar a queima de gorduras, como o seca barriga.

Desta forma, é possível perder peso naturalmente e atingir o objetivo que realmente se deseja e o melhor: preservando a saúde do corpo e da mente.